terça-feira, 30 de agosto de 2011

Lukas se foi


Honestamente eu não tinha amizade com o Lukas. Conversamos pessoalmente umas duas vezes. E alguns emails trocados, coisa de blogueiro. Adorava suas tiras no domingo, algumas vezes fazia questão de mostrar pra minha filha.
Pelo seu blog acompanhei seu sofrimento. A doença conheci cuidado de pacientes nos hospitais que trabalhei.  Uma doença violenta  que infelizmente também levou meu avô materno, Seu Nogueira.
Meus sentimentos à  família do Lukas. 
Que ele descanse em paz.
Vale a pena ver a homenagem feita pelo Bulgareli em seu blog clicando aqui  .
A foto é do Blog do Bulga.


sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Vídeo da ocupação da reitoria da Uem


Estudantes da Uem ocuparam a reitoria ontem única alternativa por não terem suas reivindicações atendidas.
Criaram um blog que você pode acessar clicando aqui: ocupacaouem2011.blogspot.com
Declaro meu apoio a luta dos estudantes e torço para que possam ser suas reivindicações atendidas. Afinal lutam por um ensino público de qualidade.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Vale a pena assistir


Atnágoras, um grande dirigente da CSP Conlutas  durante uma sessão do Senado sobre o dia 1o. de maio, Dia do Trabalhador.
Vale a pena assistir...

sábado, 13 de agosto de 2011

Que história deixarão os guardiões da Casa do Povo maringaense?


De Maria Newnum:


Os homens anseiam mais pela glória do que pela virtude.” – Juvenal – Poeta Romano do Século II.
O Projeto de Emenda Constitucional (PEC) aprovado em 2009, que alicerça a recomposição do número de cadeiras nas Câmaras Municipais brasileiras, visa garantir que a representatividade das “Casas do Povo” corresponda ao número de habitantes das cidades. Assim, pela lei, a Câmara Municipal de Maringá deve abrigar até 23 cadeiras no Legislativo, acompanhando a realidade de uma cidade que cresce vertiginosamente, mas possui o mesmo número de cadeiras de 1950 quando a população era de apenas 38.588 habitantes (dados da PMM). Já em 2010, o Censo do IBGE apontava para uma população de 357.117 habitantes.
Portanto, as preocupações levantadas por cidadãos, grupos e entidades que defendem a recomposição de 15 para 23 cadeiras é com a ampla defesa do direito de todos os setores da sociedade maringaense; inclusive, da população mais pobre dessa “bela cidade rica” que, ainda sofre com a ausência de asfalto, moradia, saúde pública eficiente, segurança; etc… Dito isso, subentende-se que compete aos guardiões da Casa de Leis buscar formas eficazes para implementar meios que viabilizem que essa representatividade ampla ocorra.
Um dos caminhos seria reduzir o orçamento astronômico da Câmara; adequando-o para uma realidade orçamentária que seja aceitável pela maioria da população que sobrevive a duras penas com “salários mínimos”…
E isso se faz necessário porque, se por um lado uma parcela da população não compreende a importância da expansão da representatividade política na Casa do Povo, por outro, a maioria não tolera os gastos excessivos e não aceita pagar um tostão a mais aos políticos dessa cidade. Evidentemente, isso é fruto de uma descrença generalizada com a política nacional e de um desgaste, mui particular, com a Câmara Municipal de Maringá.
Sendo assim, melhor momento não há para os nobres vereadores que desejam “reconquistar” a confiança do povo; demonstrando que, até arriscam-se a colocar suas futuras reeleições em segundo plano, para zelar por esse bem inalienável do povo que é a ampla representatividade política.
Mesmo o percentual de 3,5% de um orçamento de 700 milhões (que supostamente é o montante usado pela Câmara Municipal hoje) é um valor gigantesco: Ou seja, 22,5 milhões de reais por ano. Trocando e miúdos, a Câmara de Maringá lida com valores inimagináveis pelo cidadão comum que sobrevive contando os trocados até o fim do mês. Mesmo e não obstante, saiba-se que o legislativo gaste 6% (42 milhões anuais) da arrecadação com propaganda visando, entre outras coisas, difundir a falsa imagem de uma cidade linda, rica e perfeita; onde a feiúra das ruas embarreadas dos bairros e os corredores super lotados do hospital municipal nunca aparecem nas fotos. Também não aparece nas fotos a dura realidade de pequenos e médios empresários que lutam com muito esforço para sobreviverem, desprovidos de qualquer incentivo fiscal por parte desse mesmo legislativo.
Por conseguinte, vive-se um momento em que a matemática é absolutamente necessária, pois os números não estão sendo avaliados e nem justificados devidamente. E esse seria um viés importante de avaliação, em especial, por uma parcela da população que segue “enganada” por alguns veículos da imprensa “paga” que se alinham tão somente aos interesses de uma minoria rica que, ainda nesse século, não compreende que a hegemonia política além de burra é altamente perigosa. Pois, para o legislativo, quanto menor for a representatividade política, maior será o poder de controle.
Homenageando todos/as os/as nobres da Câmara Municipal favoráveis à Recomposição para 23 cadeiras, divido a fala do “nobre” vereador Manoel Álvares Sobrinho do PC do B: “Não estou preocupado com minha próxima reeleição. Estou preocupado com as novas gerações…”
Como dizia Christopher Lee: “As pessoas fazem a História, mas raramente se dão conta do que estão fazendo”.
Será que os guardiões da nossa Casa de Leis sabem que estão escrevendo a História da Cidade Canção? Espere o bater do martelo… E fique de olhos bem abertos sobre os nobres que defendem apenas 15 cadeiras…
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(*) Maria Newnum é articulista, pedagoga, mestre em teologia prática, e assessora de imprensa da www.assindi.org.br/
Pincei do Blog do Rigon

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Meus amigos

Amigos
Realmente está difícil arrumar tempo para  postar no blog. A volta ao trabalho e os estudos  da faculdade contribuem para isso.
Estou  pensando em  a postar aos fins de semana, como já fiz há um tempo atrás.
Vamos voltar a tratar de alguns temas polêmicos porém  muito interessantes.
Continuo polêmico,  acreditando e defendendo minhas idéias.
Porém com mais responsabilidade...
Bom dia e até amanhã.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Procura-se um lar

Do blog Eu gosto de cachorro: do Flávio Mantovani

Na tarde de ontem vi no Blog do Rigon que o fotógrafo Marcio Naka flagrou uma ninhada de filhotes abandonada na Frente de uma fábrica de rações. Dois deles morreram de fome. Com o nome da rua apenas, fui procuram até achar, mas não achei os vivos, só os mortos.

De manhã a coisa toda desenrolou. Resumindo, estão aqui em casa. Depois de “ajeitados” ficaram assim… Alguém me ajuda a espalhar as fotos para arrumar um lar para eles?



Em tempo: quem puder ajudar entre em contato com o Blog do Flávio Mantovani.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Tentando entender Maringá )Da professora Ana Lúcia Rodrigues)

Da professora Ana Lúcia Rodrigues, do Observatório das Metrópoles:
Estou tentando entender essa cidade. Aqui tem 4 das 1000 maiores empresas do Brasil mas, a maior fatia de imposto é produzida pelo IPVA e não pelo ICMS; aqui é o lugar onde existe a sociedade civil dita mais atuante e a democracia mais avançada (como o prefeito divulgou no Fórum Social Mundial) mas essa mesma louvada sociedade democrática faz campanha para que o seu Legislativo não tenha peso representativo, como se não fosse um importante pólo regional; a Dallas brasileira é aqui mas 33% dos chefes de família não conseguem comprar a casa própria e moram de aluguel; aqui tem sempre um braço de todas as operações da Polícia Federal; o preço não é critério de concorrência em licitação; aqui Estado e Igreja ainda não se separaram; aqui empreendedor supermercadista vira banqueiro e deputado vira loteador; não há favela aqui mas a cidade ganha R$ 25 milhões para projeto de desfavelização. Aqui o trânsito não flui, mas mata; o contorno não contorna, o Horto não se abre, o teatro não se freqüenta, o público não se permite e o governo não governa para todos. Aqui é um lugar em que as pessoas só acreditam porque não sabem que os que dominam, como dizia La Boétie “…só tem dois olhos, só tem duas mãos, só tem um corpo, e não tem outra coisa que o que tem o menor homem do grande e infinito número de vossas cidades, senão a vantagem que lhe dais para destruir-vos. De onde tirou tantos olhos com os quais vos espia, se não os colocais a serviço dele? Como tem tantas mãos para golpear-vos, se não as toma de vós? Os pés com que espezinha vossas cidades, de onde lhe vêm senão dos vossos? (…). Decidi não mais servir e sereis livres.”