sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Vereador John impede votação tirando a camisa



O vídeo é do Blog Maringá Manchete. O vereador John Alves, aquele dos lap tops, impede votação na Câmara ameaçando ficar pelado chegando a tirar a camisa.
Uma alta de respeito total com a população. Se fosse um manifestante apenas falando palavras de ordem teria sido retirado pela polícia Mas como é um vereador...


E aí vereadores, vão propor a cassação do nobre par?

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Eleições do Sismmar.


Por um sindicato à serviço dos servidores e não do governo peço seu voto na Chapa 2 Renovação, a chapa da CSP Conlutas. Oposição à atual gestão do Sismmar. 

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Na eleição da APP Sindicato Vote Chapa 2

Hoje é dia de eleição da App Sindicato. Para fortalecer o sindicato em defesa da educação pública, gratuita, laica e de qualidade e para defender os interesses dos trabalhadores em educação peço voto para “Chapa 2 App de luta, pela Base” .

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

O que é assédio moral?


Assédio moral ou violência moral no trabalho não é um fenômeno novo. Pode-se dizer que ele é tão antigo quanto o trabalho.
A novidade reside na intensificação, gravidade, amplitude e banalização do fenômeno e na abordagem que tenta estabelecer o nexo-causal com a organização do trabalho e tratá-lo como não inerente ao trabalho. A reflexão e o debate sobre o tema são recentes no Brasil, tendo ganhado força após a divulgação da pesquisa brasileira realizada por Dra. Margarida Barreto. Tema da sua dissertação de Mestrado em Psicologia Social, foi defendida em 22 de maio de 2000 na PUC/ SP, sob o título "Uma jornada de humilhações".
A primeira matéria sobre a pesquisa brasileira saiu na Folha de São Paulo, no dia 25 de novembro de 2000, na coluna de Mônica Bérgamo. Desde então o tema tem tido presença constante nos jornais, revistas, rádio e televisão, em todo país. O assunto vem sendo discutido amplamente pela sociedade, em particular no movimento sindical e no âmbito do legislativo.
Em agosto do mesmo ano, foi publicado no Brasil o livro de Marie France Hirigoyen "Harcèlement Moral: la violence perverse au quotidien". O livro foi traduzido pela Editora Bertrand Brasil, com o título Assédio moral: a violência perversa no cotidiano.
Atualmente existem mais de 80 projetos de lei em diferentes municípios do país. Vários projetos já foram aprovados e, entre eles, destacamos: São Paulo, Natal, Guarulhos, Iracemápolis, Bauru, Jaboticabal, Cascavel, Sidrolândia, Reserva do Iguaçu, Guararema, Campinas, entre outros. No âmbito estadual, o Rio de Janeiro, que, desde maio de 2002, condena esta prática. Existem projetos em tramitação nos estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Pernambuco, Paraná, Bahia, entre outros. No âmbito federal, há propostas de alteração do Código Penal e outros projetos de lei.
O que é humilhação?
Conceito: É um sentimento de ser ofendido/a, menosprezado/a, rebaixado/a, inferiorizado/a, submetido/a, vexado/a, constrangido/a e ultrajado/a pelo outro/a. É sentir-se um ninguém, sem valor, inútil. Magoado/a, revoltado/a, perturbado/a, mortificado/a, traído/a, envergonhado/a, indignado/a e com raiva. A humilhação causa dor, tristeza e sofrimento.

Continue lendo aqui:



Fonte: Assédio Moral no Trabalho.

Parabéns ao pessoal do SAMU

Contradizendo os que dizem que só faço críticas hoje gostaria de fazer um sincero e humilde elogio. Os merecedores, os heróis de azul, o pessoal do SAMU.  Prestaram um ótimo atendimento, o qual tive a oportunidade de presenciar. Chegaram ao local rápido, cerca de oito minutos.  Meus parabéns desde a atendente, o controlador de trafego e ao Dr. Neoraldo, enfermeiro Cleverson, auxiliar de enfermagem Vera e ao condutor (me perdoe, pois não sei o nome). Parabéns pelo atendimento.

Vocês, colegas do SAMU merecem valorização e reconhecimento.

Em tempo: o nome do condutor é Denis.
Parabéns para você também companheiro.

domingo, 18 de setembro de 2011

Enfermagem na berlinda...

Acabei de assistir a reportagem do Fantástico sobre a qualidade do ensino de cursos de enfermagem.  È muito triste ver esses acontecimentos. Além dos mais, é minha profissão.

 Uma profissão que deveria ser muito valorizada e respeitada, é não é.  Infelizmente o que vemos, aqui mesmo na nossa Má-ringa  é que um grande número de auxiliares, técnicos e enfermeiros que  são obrigados, devidos à baixos salários, a trabalhar em dois e até três empregos.  Sobrecarga de trabalho não dá outra: é queda na qualidade da assistência.Falo com conhecimento de causa. No início, quando comecei à trabalhar, cheguei a trabalhar 36 horas seguidas. E não foram poucas vezes.

Saída para que erros da enfermagem  diminuam? Pergunta difícil. Salários dignos, formação de qualidade e fiscalização pelo Coren (Conselho Regional de Enfermagem) seriam um bom começo...

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Um dos maiores embustes da política maringaense

Demorei para tornar pública minha opinião sobre o aumento do número de vereadores. Mas a intensidade dos acontecimentos me obrigam à publicizar essa opinião.
O que está acontecendo é um dos maiores embustes na história da política maringaense.  Organizações políticas, entidades, igrejas e a grande mídia tentam ganhar força numa onda que é fácil surfar. Afinal, quem seria contra na redução de gastos públicos?  Essas organizações se dizem estar falando em nome da sociedade civil organizada: “Ouvimos a sociedade, ela não quer o aumento do número de vereadores”. Pergunto: por que em vários outros momentos da política local essas organizações também não ouviram a população?  Por exemplo, quando verbas foram destinadas à construção do Parque do Japão, essas entidades foram ouvir a população para saber se concordavam com essa prioridade? Não. Teriam essas organizações ouvido a população para saber se ela concordava que fossem destinadas verbas do Hospital Municipal para a manutenção de parques e jardins? Também não. Qual foi a posição dessas organizações na época em que esses fatos aconteceram? Ouviram a população que era contra isso? A resposta é não.  E tudo isso aconteceu, sem maiores alardes daqueles que hoje falam em nome da sociedade.
            Essas entidades, que hoje falam em nome da população, usam o argumento da diminuição de gastos. Uma idéia à princípio atraente, mas desvia o foco de outras questões. A coisa é mais embaixo. Não falam, e sabem disso, que a verba repassada para a Câmara é fixa. Ou seja, o percentual repassado à Câmara vai continuar sendo o mesmo!
            Usam o argumento de qualidade e não quantidade. Uma falácia.  Aumentando a representatividade automaticamente estaríamos aumentando a possibilidade de candidatos “com qualidade” participarem da disputa. É matemático. Ou acreditamos que todos são iguais? Aquele que acredita que todos são iguais perdeu a esperança. E como é ruim não ter esperança...
Atualmente vivemos a democracia representativa. Democracia, entre aspas é claro.  O ideal seria uma democracia participativa. Em que o cidadão participasse da vida política da sua comunidade, do seu bairro, da sua Câmara de vereadores acompanhando inclusive projetos do Executivo. O que é difícil quando temos uma Câmara que realiza suas sessões em horários em que os trabalhadores não podem acompanhar.  Ao contrário disso, somos obrigados a nos submeter a projetos de qualidade duvidosa. Como por exemplo, um projeto para distribuir ovos de páscoa para crianças carentes. Mas com bater no Legislativo é fácil, não que ele não mereça às vezes. Mas por que ninguém confronta o Executivo? Oras, não é ele que tem a maioria na Câmara? Não é ele que aprova o que quer?
Voltando ao assunto, é possível sim aumentar a representatividade diminuindo gastos. Como?   Respondo. 1º: Piso salarial para vereadores que não ultrapasse o salário mínimo preconizado pelo DIEESE. Algo em torno de R$ 2.200.  2º: Redução no número de assessores. Cada vereador teria apenas um assessor de confiança. Os demais servidores seriam contratados somente através de concurso público. E 3º o fim das reeleições. O que juridicamente é me parece difícil. Mas seria moral e eticamente aceitável pela população.
Finalizando, numa democracia participativa, ao contrário da que temos hoje, poderíamos ter um representante para cada bairro, dentro dos requisitos que citei acima ou com cortes maiores. Hoje o Executivo tem a “simpatia” da maioria da Câmara. Imagine se o Executivo tivesse que se submeter à decisão de uma assembléia em que estivesse presente um representante de cada bairro.
Finalizando, sou à favor do aumento da representatividade, com diminuição de gastos, e isso é possível.   Acredito que só teremos uma democracia verdadeira com a participação efetiva da sociedade nas decisões importantes que tanto interferem em sua vida cotidiana. O que está sendo promovido é um fortalecimento do Poder Executivo em detrimento do poder de participação da  sociedade, o que vai num sentido oposto ao da verdadeira democracia .  Um verdadeiro embuste.
 PS: sou servidor municipal e espero que após essa postagem não tenha aberto contra mim outro processo administrativo.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

"Maringá merece" (Do Akino no Blog do Rigon)

Neste sábado, dia sagrado para o religioso prefeito Silvio II, é preciso lhe fazer justiça. Foi incompreendido por criar o cadastro para a geminadas e muitos pensaram que estava querendo complicar a vida dos pobres e favorecer grandes construtoras. Injustiça. Agora consegui entender a parábola, com sua explicação em entrevista à CBN. Como com as geminadas há uma concentração de pessoas em determinadas ruas, o cadastro serviria para o planejamento de sua administração, visando melhora a coleta de lixo, o transporte coletivo, segurança pública, saúde (construção de postos). Enfim, a intenção era das mais nobres, planejar a cidade para o presente e para o futuro. Só isso, disse Silvio. Uma visão que só pessoas acima da média, gente com um nível intelectual superior, um ser, com disse seu líder na Câmara, diferenciado, digamos um quase Cristo. Consegui, num lampejo divino, entender (esta foi uma dificuldade de Cristo), se fazer entender. Fiquei sensibilizado e imediatamente fui confessar e pedir perdão pelo pecado de ter pensado mal. Abri a Bíblia e dei de cara na página dessa passagem: “Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará. Quase fui às lágrimas. Perdão senhor, e ao mesmo tempo, obrigado por nos ter enviado um ser tão especial para ser nosso prefeito. Como diria a campanha da CBN: “Maringá merece”.

Do Akino no Blog do Rigon.