terça-feira, 31 de julho de 2012

Ricardo Barros é investigado por fraude em licitação



Gravações telefônicas do Ministério Público Estadual, autorizadas pela Justiça, mostram que o secretário estadual da Indústria e Comércio, Ricardo Barros, orientou um secretário da prefeitura de Maringá a fazer um “acordo” entre duas agências de comunicação que disputavam licitação de publicidade da administração municipal no valor de R$ 7,5 milhões. O MP investiga suposta fraude na concorrência. A Gazeta do Povo teve acesso aos áudios. No dia 18 de outubro do ano passado, Barros conversou com Leopoldo Fiewski (na época, secretário municipal do Saneamento, hoje na Fazenda) e externou a preocupação com os rumos da licitação. Diante da notícia de que duas empresas disputavam o certame – a Trade Comunicação, de Curitiba, e a Meta Publicidade, de Maringá –, Barros pediu a Fiewski que fizesse um acordo entre as participantes para que houvesse um entendimento. Leia mais.
(Foto: Fabio Dias/Gazeta Maringá)

(Pincei do Blog do Rigon)

domingo, 29 de julho de 2012

Contribuições para a memória política: “Baderneiros, desordeiros, cidadãos que nem merecem viver em Maringá (...)”.


Essas palavras foram ditas pelo prefeito Silvio Barros II (PP) um dia depois da prisão de 44 servidores Que decidiram permanecer no paço aguardando uma proposta para que pudessem por fim a greve dos municipais.
Confirmando sua declaração feita um ano antes, em 2007, vinte e oito servidores foram exonerados acusados de danos ao patrimônio.  Um mês depois, todos os demitidos foram reintegrados aos seus cargos judicialmente pois não foi provado que eles tenham tido participação nos danos causados ao prédio da prefeitura. 
Na ausência do diálogo e do bom senso, tão ausente nos homens de vida pública, essa é a ferramenta utilizada para resolver conflitos: a força policial.
Vale lembrar que o vice prefeito da época é o atual candidato à prefeito Carlos Roberto Pupin, também do PP.

Fonte da imagem: Jornal O Diário, repórter Murilo Gatti.

sábado, 28 de julho de 2012

“Contribuição Para Memória Política”: Em 2006 população diz NÃO à privatização do Hospital Municipal.

Administração do PP anuncia privatização do Hospital Municipal. O Sismmar  cria a Frente Contra a Privatização composta de sindicatos, associações, partidos políticos  e movimentos sociais.
Atos públicos foram realizados e a população diz NÃO à privatização.
Uma vitória da população maringaense na luta por um serviço saúde público, gratuito e de qualidade. 





Discurso da candidata a prefeitura de Maringá Débora Paiva (Frente de Esquerda PSOL, PSTU, PCB)


Discurso de Débora Paiva, da Frente de Esquerda PSOL, PSTU, PCB durante entrega das reivindicações dos servidores municipais aos candidatos à prefeitura de Maringá.

(Fonte: Canal do youtube de Valter Baptistoni)

sexta-feira, 27 de julho de 2012

“Contribuição para memória política”: Março de 2007: R$ 1,2 milhão da saúde remanejado para manutenção de parques.



Março de 2007:
A administração municipal aprova na Câmara o remanejamento de  R$ 1,2 milhão, de verba destinada ao Hospital Municipal e coleta do lixo, para serem usados na manutenção do Parque do Ingá e Horto Florestal.

 E a saúde, ó... 

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Da série: “Contribuições Para Memória Política”.

Segue uma reportagem do O Diário, de 21 de novembro de 2006, que noticia que a justiça mandava a prefeitura pagar a trimestralidade do servidor municipal. Até hoje, 24 de julho de 2012, isso ainda não aconteceu. 

Se adiantando à especulações, digo que essas postagens são de minha iniciativa. Sem influência alguma de nenhum partido ou grupo político. Sou sim filiado à um partido no qual estou temporariamente afastado devido a faculdade. O que não me permite ser um analfabeto político.
É isso, uma atitude individual que tem como objetivo de que nesse momento, em que as pessoas vão eleger seus representantes, não se esqueçam de fatos tão importantes.

terça-feira, 24 de julho de 2012

Da série "Não tenha memória curta"


Da série "Não tenha memória curta".
Trimestralidade garantida, não ocorreu. Servidor valorizado? Prefiro não comentar.

Zé Pretim. Canta "Asa Branca" com uma roupagem blues.

Fiquei impressionado com  a qualidade do trabalho do Zé Pretim, o bluesman do Mato Grosso do Sul.. - José Geraldo Rodrigues, vulgo Zé Pretim, nasceu em Minas Gerais e assim como muitos mitos do blues trabalhou na área rural antes de seguir a carreira musical.  Nesse vídeo ele interpreta "Asa Branca" com uma roupagem blues.  - Merece um reconhecimento maior, pena que o cenário fonográfico toca tanta porcaria simplesmente pelo fato que enriquece muita gente à custa da ignorância das pessoas. - Vale a pena ouvir.

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Patativa do Assaré declama "Senhor Doutor"

Patativa do Assaré declama seu poema “Senhor Doutor” no festival Massafeira em 1979. Um poema com forte crítica social. 

Universidades estaduais podem entrar em greve apartir de 16 de agosto



Os Sindicatos de Docentes das Universidades Estaduais do Paraná vêm a público esclarecer sobre a possibilidade de greve no segundo semestre de 2012.
Durante o ano de 2011, os sindicatos se reuniram diversas vezes com o governo Beto Richa para discutir a defasagem salarial e produzir uma proposta para corrigir este problema. Em março de 2011 o governo criou um Grupo de Trabalho para construir tal proposta. Participaram deste grupo os Sindicatos de Docentes, representantes do governo e representantes das Reitorias. As reuniões começaram em março e se prolongaram até julho de 2011, quando a proposta foi finalizada e assumida pelo Secretário de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Alípio Leal.
A partir de julho de 2011, a proposta tramitou em diversas secretarias do governo, mas não foi oficializada. Os Sindicatos de Docentes se reuniram com o governo repetidas vezes e pediram explicações sobre a situação. Entretanto, o governo dizia apenas que a proposta estava tramitando entre as secretarias. Diante disto, algumas universidades realizaram uma paralisação no dia 27 de outubro de 2011 com o objetivo de alertar o governo da demora na oficialização da proposta. Com as universidades paralisadas o governo agendou reunião para o dia 11 de novembro e lá propôs um reajuste de 31,73%, dividido em 3 parcelas anuais de 9,62% a serem pagas até o mês de março de 2012, 2013 e 2014.
Contudo, no dia 3 de março de 2012, o Secretário de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Alípio Leal, reunido com os representantes dos Sindicatos Docentes, comunicou que o governo não implementaria o reajuste de 31,73%. A justificativa do rompimento do acordo partiu da Secretaria da Fazenda, ocupada por Luiz Carlos Hauly, que alegou problemas de natureza técnica.
Ao longo do mês de fevereiro de 2012, os docentes realizaram assembleias na UNIOESTE, UEM, UEPG, UNICENTRO, UENP, FECEA e UEL para discutir a situação e decidiram que era inaceitável que o governo, depois de apresentar a proposta de equiparação salarial, a retirasse. Os docentes  concluíram que o governo havia ludibriado os docentes (e os reitores) das universidades estaduais do Paraná durante um ano. Por fim, os docentes aprovaram paralisação para o dia 7 de março e greve por tempo indeterminado caso o governo não mantivesse a proposta.
No dia 7 de março de 2012, os docentes paralisaram todas as universidades e realizaram uma caravana até Curitiba, junto com os estudantes. O objetivo era a equiparação salarial para os professores e a recomposição do custeio das universidades (parte do orçamento) que havia sido reduzido no mês de fevereiro. Naquele dia, o governo Beto Richa autorizou a suplementação dos recursos para o custeio das universidades e determinou a criação de um grupo técnico de trabalho para apresentar uma proposta de equiparação salarial docente em uma semana. O grupo técnico foi coordenado pelo vice-governador Flávio Arns e, no dia 20 de março, o governo Beto Richa divulgou duas propostas de equiparação salarial. Os Sindicatos Docentes discutiram tais propostas em assembleias e novamente acreditaram no governo, aceitando o pagamento de 31,73% em 4 parcelas iguais de 7,14% a serem pagas no mês de outubro dos anos de 2012, 2013, 2014 e 2015. No dia 23 de março, na Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, os Sindicatos de Docentes assinaram o acordo com o governo, que se comprometeu, por escrito, a transformar a proposta em projeto de lei e enviá-lo para a Assembleia Legislativa até o dia 1º de Maio de 2012.
A SETI elaborou Projeto de Lei mas, lamentavelmente, o governo não enviou o projeto no prazo acordado. Os docentes aguardaram o final de maio e o Projeto de Lei não foi enviado. Os Sindicatos de Docentes buscaram explicações do governo para o atraso e em resposta foi dito que o Projeto estava pronto, mas aguardava alguns ajustes na Secretaria da Fazenda, do secretário Luiz Carlos Hauly, o mesmo secretário que havia boicotado a proposta de reajuste apresentada em novembro de 2011. Novamente, a SETI informou que o Projeto de Lei chegaria até a Assembleia Legislativa na primeira quinzena de junho, o que não aconteceu. O Projeto continua na Secretaria da Fazenda desde o dia 22 de maio.
No dia 10 de julho de 2012, em reunião com a SETI, foi anunciado que a demora no trâmite deve-se a algum tipo de dificuldade em função do “limite prudencial” da lei de responsabilidade fiscal. Os representantes da SETI deixaram claro que estavam negociando para que o projeto de lei fosse encaminhado para a Assembleia Legislativa o mais rápido possível, mas que não havia previsão oficial para a solução do problema. No mesmo dia, os representantes dos sindicatos conversaram informalmente com o vice-governador Flávio Arns (coordenador do GT que produziu a proposta de equiparação salarial docente), que demonstrou conhecimento sobre o andamento do processo e disse que estaria negociando dentro do governo para garantir que a proposta fosse encaminhada mas, no momento, o governo estaria também trabalhando com as demandas de outras categorias. Por fim, o vice-governador mencionou a relação entre o pagamento da primeira parcela da proposta de equiparação salarial e o limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal, não garantindo o cumprimento do acordo.
O que chama a atenção na demora da tramitação do projeto de equiparação salarial é o fato NOVO de o governo condicionar o pagamento da proposta ao limite prudencial da LRF. O acordo firmado acerca da proposta de reajuste não tinha qualquer tipo de condicionante. Porém, o governo Beto Richa insiste em requentar este argumento. Aqui é preciso esclarecer três fatos: a) o governo “infla” contabilmente os gastos com salários do funcionalismo de modo que o “limite prudencial” seja ultrapassado em ridículos 0,34%!; b) isto acontece porque a Secretaria da Fazenda, por escolha própria, não deduz corretamente os valores referentes ao Imposto de Renda retido na fonte e inclui incorretamente os gastos com aposentadorias e pensões do funcionalismo na despesa com pessoal; c) se isto for corrigido a despesa com pessoal em relação à receita corrente líquida recuaria para 44,6%, visivelmente abaixo do “limite prudencial” de 46,55%. Além disso, a Lei de Responsabilidade Fiscal permite que governos gastem até 49% de sua receita corrente líquida com o funcionalismo (46,55% é apenas um “limite prudencial”). Portanto, a decisão do governo de utilizar o argumento da LRF é uma decisão política contra os docentes!
Considerando que o governo rompeu o acordo feito com os docentes em 2011, e agora descumpriu o prazo da proposta assinada em março de 2012, os Sindicatos de Docentes retomam a possibilidade de uma greve por tempo indeterminado.
As Assembleias Docentes discutirão PARALISAÇÃO DE ADVERTÊNCIA PARA O DIA 16 DE AGOSTO, GREVE POR TEMPO INDETERMINADO CASO O GOVERNO NÃO ENCAMINHE IMEDIATAMENTE O PROJETO DE LEI A ASSEMBLEIA LEGISLATIVA, GARANTA SUA APROVAÇÃO E PUBLIQUE EM DIÁRIO OFICIAL.


ADUNICENTRO       ADUNIOESTE          SESDUEM      SINDPROL/ADUEL  SINDUEPG


terça-feira, 17 de julho de 2012

Não tenha memória curta.

Retornando às atividades segue  a primeira postagem no blog. Ela  é a primeira de uma série que terá o título "Não Tenha Memória Curta".

    
(Para melhor resolução é só clicar)

Obs: vale uma lida nos "compromissos" (promessas) sublinhados em vermelho.

terça-feira, 3 de julho de 2012

Uma pausa para restabelecer minha saúde.

Olá amigos. Estou doente e devo voltar a trabalhar no dia 16. Enquanto isso vou estar afastado da rede virtual, e se possível, do mundo. Espero estar recuperado logo. 

Obrigado aqueles que se preocupam comigo e enviam mensagem de melhoras. 

Até lá e muito obrigado.