quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

AS PERSEGUIÇÕES CONTINUAM NA ATUAL ADMINISTRAÇÃO.


            De 2002 até 2011, concursado como auxiliar de enfermagem, sempre trabalhei na saúde (postos de saúde, pronto atendimento). Exonerado injustamente, fiquei fora da prefeitura por seis meses e quando fui reintegrado judicialmente fui transferido da Secretaria de Saúde para a Secretaria de Assistência Social.  Recentemente após denunciar que uma diretora fazia uso indevido do patrimônio, tendo inclusive recebido ameaça de morte, fui transferido para um setor em que não existe o cargo de auxiliar de enfermagem. Ou seja, num setor que não exerço a função para o qual fui concursado.  É uma clara demonstração de perseguição política.  Prova disso é que estão faltando auxiliares de enfermagem, pois o município abriu concurso para contratar auxiliares de enfermagem. Por que não me retornam para a saúde?  Afinal o munícipe com seus impostos me paga para trabalhar.
Torcendo para que alguém tivesse um pingo de senso procurei a Secretaria de Saúde e Sasc e protocolei uma solicitação pedindo a recondução para a Secretaria de Saúde, mas posso resumir a resposta num verdadeiro jogo de empurra-empurra. 
        Mediante a falta de bom senso da administração  para corrigir essa situação, não me resta outra alternativa senão procurar  os meios para que isso  cesse. Estarei informando o Sismmar, a Promotoria de Defesa do Patrimônio Público e o Conselho Municipal de Saúde.  Talvez alguém se importe com o fato de que um auxiliar de enfermagem está num setor onde não  existe essa função, enquanto nos postos de saúde faltam auxiliares de enfermagem para atender a população.
         Como se trata de um momento de transição na administração, sugiro que a  Assessoria de Imprensa  leva essas informações ao Secretário de Saúde Antonio Carlos Nardi e o atual secretário da Sasc Flávio Vicente para que tomem pé da situação.

2 comentários:

  1. Dífícil acreditar que uma Maringá tão cosmopolita guarde ranços e práticas que prejudicam sobretudo a população que perde duas vezes, pagando pelos gestores e sendo penalizados por práticas vingativas que negam atendimento a seus pleitos. Vergonha.

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  2. Paulo, exerça seus conhecimentos de acadêmico de Direito e futuro advogado que pretende ser: releia COM DETIDA ATENÇÃO o teor da sentença que o reintegrara ao cargo. Certamente (já que não a li integralmente) lá deve estar a vedação judicial para que sua reintegração não seja dissimuladamente cumprida. E que seja rápido, até porque - você já deve ter ouvido - o Direito não socorre a quem dorme ("Dormientibus non sucurrit jus")... Abs.

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