quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Sete anos depois, lei aprovada pela Câmara não foi implementada pelo Executivo.


Em abril de 2005 foi aprovada pela Câmara de vereadores a Lei  6814/2005, de autoria dos vereadores Belino Bravin (PP) e Márcia Socreppa (PSDB) que determina que o prefeito implante uma sala de primeiros socorros no terminal urbano. A lei foi aprovada tacitamente pela Câmara, ou seja, não foi sancionada pelo prefeito da época Silvio Barros, que tinha como vice o atual prefeito Roberto Pupin (PP).
Sinceramente não tenho nenhuma contrariedade à lei. Porém importante atentar que o texto da lei usa a expressão “pronto socorro”. Qual a concepção da administração municipal para a expressão “pronto socorro”? Deverá contar com médicos, enfermeiros e auxiliares de enfermagem?
Por outro lado há uma reivindicação antiga e justa de moradores da Zona 7 pela criação do posto de saúde (UBS) naquele bairro. Salvo engano, a reivindicação era justamente que o posto de saúde fosse construído nas proximidades do terminal urbano. Quem encabeça esse movimento é o combativo “Conselho Popular da Zona 7” que tem comparecido constante  nas  reuniões do Conselho Municipal de Saúde e há tempos vem cobrando do Executivo a construção do posto de saúde. Detalhe, a criação desse posto de saúde foi aprovada na Conferência Municipal de Saúde de 2007 e até hoje não implementada pela administração municipal. 
 Merece uma reflexão o fato de uma lei que foi aprovada pelos vereadores não ter sido executada pela administração mais de sete anos depois.  Será que os moradores da Zona 7 terão que aguardar tantos anos pela implantação do posto de  saúde?

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