quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Os socialistas e os novos movimentos ( Por Henrique Canary)

• Há, sem sombra de dúvida, uma nova situação mundial. As revoluções árabes, a crise econômica mundial e os planos de “austeridade” impostos pelos governos fizeram despertar em inúmeros países uma infinidade de novos movimentos sociais: “Indignados” e “Democracia Real Já!” na Espanha; “Occupy Wall Street” e “Somos 99%” nos EUA; “Anonymous” em todo o mundo; “Geração à rasca” (em perigo) em Portugal e um longo etc. O caráter espontâneo desses movimentos é evidente: atos marcados pelo Facebook, cartazes de papelão e uma incrível criatividade nas formas de luta e expressão. São movimentos que inspiram e cativam!

Mas, para além das questões de forma, há também as questões de conteúdo. Qual é o significado mais geral de todos esses movimentos? Quais suas perspectivas? Seus méritos? Seus limites? Uma resposta precisa a essas perguntas é fundamental para uma estratégia revolucionária, que deve evitar tanto o sectarismo estéril frente aos movimentos populares espontâneos, quanto o oportunismo diante de forças tão vivas e combativas.

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