terça-feira, 23 de abril de 2013

Fica para outra sessão (do Angelo Rigon)

O caso Pupin deve mesmo ficar para a próxima quinta-feira. Até há pouco, mesmo com o ministro Marco Aurélio encerrando os recursos de sua relatoria, havia quem admitisse que o julgamento ainda sairia hoje. Depois do período eleitoral, as sessões costumam encerrar logo depois das 21h.
Na semana passada, o próprio prefeito Carlos Roberto Pupin (PP) passou aos ocupantes de cargos comissionados de sua administração a informação de que o TSE julgaria o caso na próxima quinta-feira. Ele estará em Brasília no dia, já que tem agendada participação em evento da Frente Nacional de Prefeitos.

segunda-feira, 22 de abril de 2013

CASO PUPIN/ CLÁUDIO FERDINANDI ESTÁ NA PAUTA DO TSE DE AMANHÃ



Está na pauta de julgamentos do Tribunal Superior Eleitoral os recursos eleitorais quem dizem respeito ao atual prefeito e seu vice.
Para ver é só clicar aqui:
http://www.tse.jus.br/servicos-judiciais/pautas-de-julgamento

sábado, 20 de abril de 2013

O mosquito da dengue agradece


Foto tirada hoje na Rua Monlevade nas proximidades do BIG  em Maringá.  Uma rua sem saída, bem deserta e que é utilizada como depósito de lixo.
Falta de educação, consciência ou sei lá o quê.
O mosquito da dengue agradece atitudes como essa.

PS: uma visita do SEMUSP seria bem vinda.

sexta-feira, 19 de abril de 2013

SAMU DE MARINGÁ EM AUDIÊNCIA NA PROCURADORIA DO TRABALHO



Acontece a partir das 14 horas uma audiência na Procuradoria do Trabalho em que estarão presentes uma comissão de servidores do SAMU de Maringá, representantes do SISMMAR e da prefeitura. Na pauta estão várias questões como condições de trabalho e reivindicações salariais.
Esperamos que prevaleça o bom senso e as reivindicações sejam atendidas. 
Afinal valorizar o trabalhador é investir na melhoria da qualidade do serviço.

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Pronto para ir a julgamento (Do Blog do Rigon)



Akino Maringá reclamou e o ministro Marco Aurélio Mello atendeu: o caso Pupin deve ir a julgamento na semana que vem. Hoje à tarde o gabinete do ministro do TSE remeteu o processo referente ao vice-prefeito Claudio Ferdinandi (PMDB), que também teve a candidatura impugnada no TRE, para a seção que prepara as sessões de julgamento. O processo de Ferdinandi está apensado ao de Pupin. Na semana que vem as sessões acontecerão no dia 23, terça, e 25, quinta. Por via das dúvidas, a programada primeira viagem internacional de Pupin, aos Estados Unidos, pode dar proagro.
Indo para julgamento, das duas, uma: se ganhar, o pepista será um herói, que venceu um TRE que lhe derrotou por unanimidade e convenceu a maior instância da Justiça Eleitoral de que, apesar de assumir duas vezes nos seis meses anteriores às eleições, é mais bonito que os outros e tem direito a um terceiro mandato; se perder, porém…

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Nota de falecimento.





Faleceu no início dessa madrugada aos 90 anos, minha avó Idalina Gonçalves Vidigal. Foi casada com Vicente Fortunato Vidigal (in memorian).  Ela residia em Maringá desde a década de 60 e frequentava a Congregação Cristã do Brasil.

O corpo está sendo velado na Capela do Prever do Cemitério Parque e lá será sepultado.

Nossa família agradece ao pessoal  da UPA Zona Norte e UPA Zona Sul por onde ela passou várias vezes recentemente e a equipe do Hospital Memorial, que dispensaram à minha vó um  tratamento muito humano. À todos muito obrigado.

quarta-feira, 10 de abril de 2013

UMA REFLEXÃO SOBRE A ASSEMBLÉIA DOS SERVIDORES



Compartilho minha avaliação sobre a assembléia de ontem. Adianto que não é meu objetivo dividir a categoria. Pelo contrário, por vezes discordo respeitosamente da direção do sindicato, mas sempre defendi a entidade. Entendo que o sindicato em si deve estar acima de qualquer direção. Afinal, direções sindicais vem e vão, o sindicato e servidores permanecem. O objetivo aqui é expressar uma opinião pessoal e quem sabe provocar uma reflexão.  
Primeiro: ninguém gosta de fazer greve simplesmente por fazer. Bom seria se os trabalhadores fossem naturalmente valorizados. Mas a história mostra que nada foi dado de “mãos beijadas” aos trabalhadores e sim conquistado através de mobilizações e grandes lutas. A greve é um meio juridicamente legal e uma ferramenta necessária quando todas as outras formas de ter reivindicações atendidas falharam.
Segundo, uma breve retrospectiva.  A expressão “perdemos por causa da greve de 2006” tem sido empregada com muita frequência. Muitas vezes com interesse eleitoral. Na verdade a greve em si não foi a culpada de nossas perdas mas sim a intransigência e falta de bom senso do prefeito da época em não valorizar os trabalhadores. Culpar a greve é culpar os servidores que tiveram coragem de lutar por reivindicações justas. Dizer que “perdemos por causa da greve de 2006” incute no trabalhador a idéia de que lutar e se mobilizar não vale a pena. Quando estivemos na direção sindicado cometemos erros? Honestamente acho que sim. Erros motivados pela inexperiência. Mas de uma coisa jamais fomos taxados: de defender qualquer proposta da administração que fosse prejudicial aos servidores.
Voltando para os dias atuais, a necessidade de mobilização deve ser contínua. Prova disso é que a proposta de 9% de reajuste e os 20,00 de abono (que pelo preço do tomate poderia ser apelidado de abono tomate) foi feita após os servidores recusarem a primeira proposta da administração. Pelas minhas contas, a primeira vez em cinco anos. Muito provavelmente isso decorreu da indignação dos servidores de carreira com o grande número de contratação de cargos comissionado e seus altos salários. Enquanto o salário do servidor de carreira, “ó”!
Respeito e acato a decisão dos servidores que votaram ontem, mas não posso deixar propor uma reflexão. Com a não incorporação do abono os servidores não tiveram uma de suas principais reivindicações atendidas. A não incorporação representa uma perda mensal sobre os salários pois o abono não incide sobre férias, 13º, quinquênio, horas extras, etc.  Para aqueles que tem os menores salários, que são a maioria dos servidores, isso representa muito. Reconheço, é uma luta difícil. Mas deve ser travada.
Quanto ao plano de carreira, após oito anos, os servidores terão que esperar um pouco mais. Na verdade já são mais de oito anos pois o Partido dos Trabalhadores  enquanto foi administração perdeu uma grande oportunidade de aprová-lo. Resta a todos nós cobrar o compromisso feito pelos vereadores de que não aprovarão o orçamento de 2014 caso o PCCR não esteja nele previsto. Cobraremos isso.
Por fim, a Administração dirá que foi o maior reajuste do século. A direção sindical contabilizará como uma vitória. Honestamente acredito que o reajuste de 9% foi fruto da mobilização dos servidores, mas que isso está muito longe daquilo que os servidores merecem. Mobilização contínua é a palavra de ordem.