quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Nove vereadores votam favoráveis a farra de publicidade da prefeitura de Maringá




Na sessão desta quinta-feira (20), a Câmara de Maringá rejeitou a proposta de emenda à Lei Orgânica, feita inicialmente pelo vereador Dr. Manoel Álvares Sobrinho (PCdoB) e assinada por outros vereadores, que reduz os custos da publicidade de 5% para 1% da receita corrente do Município.
Foram favoráveis a gastança de R$ 30.000,00 com publicidade por dia, (R$ 5.000.000,00 por ano) os seguintes vereadores; Carlos Sabóia, Carmen Inocente, Jones Darc, Belino Bravin, Chico Caiana, Adilson Cintra, Tenente Edson Luiz, Márcia Socreppa e Luiz Pereira.

(De Agnaldo Vieira do Maringá Manchete)


quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Criança desaparecida

Mateus Henrique Iwamura de Souza, de 9 anos, estava brincando em frente de sua casa, que fica na rua Manoel Pereira, Jardim Bela Vista II, em Paiçandu, de onde desapareceu no início da tarde de hoje. Os pais, familiares e amigos e a polícia estão a procura do garoto, que tinha acabado de chegar da escola. A roupa que ele esta vestido quando desapareceu, é uma bermuda jeans e camiseta preta. Quem encontrá-lo ou avistá-lo deve avisar familiares nos fones: (44) 3244 3925, (44) 3244 2936, (44) 9873 6901 – Tim, (44) 9174 3172 – Vivo, (44) 8855 5423 – Claro, (44) 9871 2302 – Tim. Na Polícia Civil no fone: (44) 3244-1410 ou Polícia Militar: (44) 3244-1686 e 190. Conselho Tutelar de Paiçandu: (44) 3244-2096.

 (Do Blog do Rigon)

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

O que é assédio moral?

Assédio moral ou violência moral no trabalho não é um fenômeno novo. Pode-se dizer que ele é tão antigo quanto o trabalho.
A novidade reside na intensificação, gravidade, amplitude e banalização do fenômeno e na abordagem que tenta estabelecer o nexo-causal com a organização do trabalho e tratá-lo como não inerente ao trabalho. A reflexão e o debate sobre o tema são recentes no Brasil, tendo ganhado força após a divulgação da pesquisa brasileira realizada por Dra. Margarida Barreto. Tema da sua dissertação de Mestrado em Psicologia Social, foi defendida em 22 de maio de 2000 na PUC/ SP, sob o título "Uma jornada de humilhações".
A primeira matéria sobre a pesquisa brasileira saiu na Folha de São Paulo, no dia 25 de novembro de 2000, na coluna de Mônica Bérgamo. Desde então o tema tem tido presença constante nos jornais, revistas, rádio e televisão, em todo país. O assunto vem sendo discutido amplamente pela sociedade, em particular no movimento sindical e no âmbito do legislativo.
Em agosto do mesmo ano, foi publicado no Brasil o livro de Marie France Hirigoyen "Harcèlement Moral: la violence perverse au quotidien". O livro foi traduzido pela Editora Bertrand Brasil, com o título Assédio moral: a violência perversa no cotidiano.
Atualmente existem mais de 80 projetos de lei em diferentes municípios do país. Vários projetos já foram aprovados e, entre eles, destacamos: São Paulo, Natal, Guarulhos, Iracemápolis, Bauru, Jaboticabal, Cascavel, Sidrolândia, Reserva do Iguaçu, Guararema, Campinas, entre outros. No âmbito estadual, o Rio de Janeiro, que, desde maio de 2002, condena esta prática. Existem projetos em tramitação nos estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Pernambuco, Paraná, Bahia, entre outros. No âmbito federal, há propostas de alteração do Código Penal e outros projetos de lei.
O que é humilhação?
Conceito: É um sentimento de ser ofendido/a, menosprezado/a, rebaixado/a, inferiorizado/a, submetido/a, vexado/a, constrangido/a e ultrajado/a pelo outro/a. É sentir-se um ninguém, sem valor, inútil. Magoado/a, revoltado/a, perturbado/a, mortificado/a, traído/a, envergonhado/a, indignado/a e com raiva. A humilhação causa dor, tristeza e sofrimento.

E o que é assédio moral no trabalho?

É a exposição dos trabalhadores e trabalhadoras a situações humilhantes e constrangedoras,repetitivas e prolongadas durante a jornada de trabalho e no exercício de suas funções, sendo mais comuns em relações hierárquicas autoritárias e assimétricas, em que predominam condutas negativas, relações desumanas e aéticas de longa duração, de um ou mais chefes dirigida a um ou mais subordinado(s), desestabilizando a relação da vítima com o ambiente de trabalho e a organização, forçando-o a desistir do emprego.
Caracteriza-se pela degradação deliberada das condições de trabalho em que prevalecem atitudes e condutas negativas dos chefes em relação a seus subordinados, constituindo uma experiência subjetiva que acarreta prejuízos práticos e emocionais para o trabalhador e a organização. A vítima escolhida é isolada do grupo sem explicações, passando a ser hostilizada, ridicularizada, inferiorizada, culpabilizada e desacreditada diante dos pares. Estes, por medo do desemprego e a vergonha de serem também humilhados associado ao estímulo constante à competitividade, rompem os laços afetivos com a vítima e, freqüentemente, reproduzem e reatualizam ações e atos do agressor no ambiente de trabalho, instaurando o ’pacto da tolerância e do silêncio’ no coletivo, enquanto a vitima vai gradativamente se desestabilizando e fragilizando, ’perdendo’ sua auto-estima.
Em resumo: um ato isolado de humilhação não é assédio moral. Este, pressupõe:
  1. repetição sistemática
  2. intencionalidade (forçar o outro a abrir mão do emprego)
  3. direcionalidade (uma pessoa do grupo é escolhida como bode expiatório)
  4. temporalidade (durante a jornada, por dias e meses)
  5. degradação deliberada das condições de trabalho
Entretanto, quer seja um ato ou a repetição deste ato, devemos combater firmemente por constituir uma violência psicológica, causando danos à saúde física e mental, não somente daquele que é excluído, mas de todo o coletivo que testemunha esses atos.
O desabrochar do individualismo reafirma o perfil do ’novo’ trabalhador: ’autônomo, flexível’, capaz, competitivo, criativo, agressivo, qualificado e empregável. Estas habilidades o qualificam para a demanda do mercado que procura a excelência e saúde perfeita. Estar ’apto’ significa responsabilizar os trabalhadores pela formação/qualificação e culpabilizá-los pelo desemprego, aumento da pobreza urbana e miséria, desfocando a realidade e impondo aos trabalhadores um sofrimento perverso.
A humilhação repetitiva e de longa duração interfere na vida do trabalhador e trabalhadora de modo direto, comprometendo sua identidade, dignidade e relações afetivas e sociais, ocasionando graves danos à saúde física e mental*, que podem evoluir para a incapacidade laborativa, desemprego ou mesmo a morte, constituindo um risco invisível, porém concreto, nas relações e condições de trabalho.
A violência moral no trabalho constitui um fenômeno internacional segundo levantamento recente da Organização Internacional do Trabalho (OIT) com diversos paises desenvolvidos. A pesquisa aponta para distúrbios da saúde mental relacionado com as condições de trabalho em países como Finlândia, Alemanha, Reino Unido, Polônia e Estados Unidos. As perspectivas são sombrias para as duas próximas décadas, pois segundo a OIT e Organização Mundial da Saúde, estas serão as décadas do ’mal estar na globalização", onde predominará depressões, angustias e outros danos psíquicos, relacionados com as novas políticas de gestão na organização de trabalho e que estão vinculadas as políticas neoliberais. 

Fonte: BARRETO, M. Uma jornada de humilhações. São Paulo: Fapesp; PUC, 2000.
Fonte:  http://www.assediomoral.org/

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

LIBERDADE DE EXPRESSÃO SIM, MAS COM RESPONSABILIDADE. REPÚDIO AO COMENTÁRIO DE ROSA BRANDÃO.




Algumas pessoas acreditam que a internet é uma terra sem lei e um lugar em que se pode escrever qualquer coisa. Sou um ferrenho defensor da total liberdade de expressão, liberdade essa que deve ser exercida com responsabilidade.  

Esse texto representa a indignação de muitos servidores que tiveram conhecimento de um comentário numa postagem no facebook sobre a questão das ambulâncias do SAMU. Uma pessoa de nome Rosa Brandão, que se diz ex-funcionária da prefeitura, escreveu o seguinte no facebook que tomo o cuidado de transcrever literalmente. Comentou ela:

“vergonha e os func do samu que distroi todas as viaturas vai la ve oque eles faz com as abulancia todos tem dois empregos mal treinados pra conduzir veiculos veja a s10 2008 que esta todas distruida”.

Ao dizer que os funcionários do SAMU destroem as viaturas essa senhora pode ter cometido o crime denominado calúnia, que na prática é atribuir a alguém, sem provas, um fato definido como   crime.

Ao dizer que os funcionários do SAMU são mal treinados pode ter cometido o crime de difamação, que em poucas palavras significa imputar uma pessoa uma determinada conduta que macule a sua honra. Desconhece ela que os servidores do SAMU foram aprovados em concurso público, logo, são capacitados e recebem treinamentos e reciclagem frequentemente.

A população sabe o quanto os servidores do SAMU se esforçam para prestar um atendimento de qualidade, muitas vezes em condições difíceis. A sociedade que conhece o trabalho do SAMU tem acompanhado a luta desses servidores por melhorias nas condições de trabalho para que possam prestar um melhor atendimento à população.

Antes de opinar sobre um assunto as pessoas devem ter conhecimento sobre o tema e se expressar sem ofender ou difamar pessoas.

Finalizo com meu repúdio as palavras da senhora Rosa Brandão   e deixo o link de sua página no facebook para que ela possa receber outras manifestações.



quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

APÓS SITUAÇÃO DE CALAMIDADE NOVAS AMBULÂNCIAS DO SAMU DE MARINGÁ COMEÇAM A SER UTILIZADAS



Após longa espera chegaram as três novas ambulâncias do SAMU de Maringá. Junto com ela um veículo S10 que será  utilizado como “avançada” (veículo de intervenção rápida).  

Mais uma vez estão de parabéns os servidores do SAMU que tiveram coragem de denunciar a situação de calamidade em que o serviço se encontrava. Com isso, ganha a população que receberá  um atendimento de melhor qualidade e ganham também os servidores que terão melhores condições de segurança no trabalho, ao menos teoricamente.

PS: esperamos que a partir  de agora ocorra  manutenção preventiva da frota para que situações como as que aconteceram essa semana, e vinham acontecendo há muito tempo,  não voltem a estampar os noticiários.

E vamos em frente gente.