terça-feira, 26 de maio de 2015

PROMESSAS AINDA NÃO CUMPRIDAS PELA ADMINISTRAÇÃO PUPIN



Diz o ditado que as pessoas tem memória curta. Então pensei em contribuir  descrevendo algumas promessas de campanha da Administração Pupin que não foram cumpridas há aproximadamente um ano e meio do término de seu mandato. Aí vai:

a-fornecimento de um computador para cada aluno do 4° e 5° ano das escolas municipais;
b-construção do terminal urbano multimodal, o custo anunciado seria de R$ 88 milhões, seria no subsolo da praça, em frente ao terminal urbano e teria acesso por elevador e escada rolante;
c-remédio em casa: entrega de medicamentos de uso contínuo em casa para portadores de doenças crônicas;   
d-todas creches teriam professor de educação física;
e-criação dos corredores para os ônibus;
f-construção de uma rodoferroviária;
g-esporte nas praças com supervisão de profissionais;
h-campeonato maringaense de futebol suíço
i-aquecimento das piscinas de centro esportivo
j-criação do CIOSP (Centro Integrado de Operações de Segurança Pública): seria a centralização na Av. Paraná das forças de segurança que trabalhariam integradas (Polícia Militar, Guarda Municipal, Siate, Samu, Polícia Civil, Guarda Ambiental).

Posteriormente vou lembrando de outras, que diga-se de passagem, as promessas são públicas e estão no canal da campanha no youtube.


(Foto: Maringá Manchete)

(PS: se alguma das promessas acima tiver sido realizada basta a PMM comunicar que retifico)

Silvio Barros II responde ação por improbidade: R$ 1,3 milhão na Seduc (Do Blog do Rigon)

Tramita há 1.639 dias na justiça maringaense a ação civil pública por improbidade administrativa contra o ex-prefeito Silvio Barros II (foto, PHS), atual secretário de Planejamento do governador Beto Richa (PSDB), e a atual vereadora e ex-secretária de Educação de seu governo, Márcia Socreppa (PSDB). Desde o último dia 14 o processo encontra-se na 1ª Vara da Fazenda Pública de Maringá (antes, foi recebida na 5ª Vara Cível), e desde então as partes vêm sendo notificadas. Hoje foram intimados o município e o ex-prefeito. A denúncia foi feita pelo Observatório Social de Maringá ao Ministério Público Estadual, por conta de duas aquisições feitas pela Secretaria de Educação. Ambas passavam de R$ 1,3 milhão, à época.


A ação envolve ainda as empresas Mind Lab do Brasil Comércio de Livros Ltda., da qual, em setembro do ano passado a Prefeitura de Maringá adquiriu R$ 816.5686 em kits educacionais e treinamentos, baseado em ato de inexigibilidade de licitação, e a MSV Participações e Serviços Ltda., que em agosto de 2009 venceu processo licitatório e fornecer kits educacionais a R$ 501.000,00 para 2 mil alunos de cinco escolas municipais.

Foto: Blog do Rigon

segunda-feira, 25 de maio de 2015

"Juristas e professores protocolam pedido de impeachment de Richa no PR" (Da Uol)




Juristas e professores universitários protocolaram na tarde desta segunda-feira (25) um pedido de impeachment contra o governador do Paraná, Beto Richa (PSDB). O documento, entregue à Assembleia Legislativa, contou com quase 6.000 assinaturas.

A iniciativa partiu do advogado Tarso Cabral Violin, membro da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) do Paraná. Ele esteve presente no embate entre professores e a Polícia Militar, no dia último 29 de abril, no Centro Cívico de Curitiba, e que deixou mais de 200 feridos, segundo a prefeitura.

"O impeachment do governador cabe porque ele cometeu crime de responsabilidade. O mais grave de tudo é que por duas horas ele não mandou seu corpo de policiais parar de jogar bombas nos professores", conta Violin, que também foi atingido com estilhaços de bomba. (Mais...)

quinta-feira, 21 de maio de 2015

PANFLETO DA OPOSIÇÃO À DIREÇÃO DO SISMMAR QUE ESTÁ SENDO ENTREGUE AOS SERVIDORES DA EDUCAÇÃO DO MUNICÍPIO.


PCCR DO MAGISTÉRIO: O CAVALO DE TRÓIA DA EDUCAÇÃO


(“Quem não se movimenta não sente as correntes que o prende”. Rosa Luxemburgo).



CARTA ABERTA AOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO MUNICIPAL:

         Nós, profissionais da educação municipal esperávamos uma revisão do PCCR que valorizasse os servidores(as), que efetivasse os 33% da hora atividade e que corrigisse as distorções funcionais da categoria. Isso não aconteceu e vários pontos da revisão estão sendo comemorados como se fossem conquistas, mas na verdade são derrotas para todos os trabalhadores da educação.
           A exemplo da Câmara Federal que aprovou a PL 4330, conhecida como lei das terceirizações, a nível municipal caminha-se no mesmo rumo. O atual PCCR possibilita a terceirização na educação pois permite a contratação de trabalhadores temporários (Artigos 12 ao 20 do PCCR). Trata-se de uma escancarada terceirização na educação, o que precariza ainda mais as condições de trabalho.
          Há tempos o que temos testemunhado é a uma direção sindical omissa, que nas assembleias apenas apresentam aos servidores as decisões tomadas pela Administração, sem um amplo debate com a base.  Enquanto em Curitiba no dia 29/04/2015 os servidores estaduais confrontavam o governo para defender seus direitos, em Maringá, em uma assembleia dos servidores municipais da educação, a direção sindical realizava a leitura de uma normativa da Administração. Essa normativa na prática regulariza a venda de 1/3 da hora atividade. Quem esteve presente na assembleia testemunhou a inércia da direção sindical que sequer esboçou uma reação. O repúdio por parte dos profissionais da educação a essa postura da direção sindical ficou claro. Uma servidora manifestou-se dizendo que não venderia a sua hora atividade e criticou o fato de como alguns aceitam vender seu trabalho por poucas migalhas. 
            Caros colegas, é notória a política de desvalorização e desmantelamento da educação pública acompanhada de uma despolitização promovida por direções sindicais que cedem aos interesses dos governos. Apesar disso, a categoria da Educação encontra fôlego para sua lutar por seus direitos. Profissionais da educação de São Paulo, Pernambuco, Pará, Santa Catarina, Paraíba e Minas Gerais encontram-se em processo de mobilização e luta. Em Maringá, a atual direção sindical curva-se diante dos interesses da Administração que atacam diretamente nossos direitos. Precisamos dar um basta e tomar como exemplo aqueles que são vitoriosos e conseguem defender seus direitos através das lutas e mobilizações.

Oposição à atual Direção Sindical.
(Contato: 9951-1604/9919-6327)